A Pousada
Uma casa de madeira que recebe bem quem vem de longe
A Cravina nasceu da vontade de manter um ritmo que a serra pede — sem pressa, com atenção ao que o hóspede de fato precisa.
← Voltar ao inícioComo a Cravina começou
Os três chalés que formam a Cravina foram construídos em 2009 pelo casal Beatriz e Renato Fonseca, naturais de Belo Horizonte, que compraram o terreno numa encosta acima do centro de Monte Verde sem saber muito bem o que fariam com ele. O que começou como uma casa de campo para uso próprio virou pousada dois anos depois, quando amigos que pediam para se hospedar foram se tornando hóspedes regulares.
O nome veio de uma flor silvestre que cresce na beira dos caminhos da região. Pequena, roxa, comum — ninguém a cultiva de propósito, ela aparece onde há terra boa e um pouco de sombra. A ideia era essa: algo que brotasse naturalmente do lugar, sem forçar.
Hoje a pousada é administrada por Beatriz com a ajuda de sua filha Camila, que cuida da parte administrativa e da mesa de manhã. Renato continua responsável pela manutenção dos chalés e pela lenha. A equipe é pequena por escolha — são quatro pessoas no total — porque um número maior tornaria difícil manter o nível de atenção que os hóspedes comentam nas avaliações.
Monte Verde fica a 1680 metros de altitude, o que faz com que as noites sejam frias a maior parte do ano e muito frias no inverno. A Cravina foi pensada para esse clima: aquecedores elétricos em todos os quartos, cobertores de lã próprios para temperaturas abaixo de 10 graus, lareira na sala de estar nos meses mais rigorosos e uma mesa de manhã que começa com pão saído do forno.
Não temos piscina, salão de eventos ou estrutura de resort. Temos três chalés bem cuidados, uma recepção que atende de forma direta e um café da manhã que os hóspedes costumam mencionar. Se isso se encaixa no que você procura para a sua visita, ficamos felizes em receber você.
2011
Primeiro hóspede recebido
9
Quartos distribuídos em 3 chalés
4
Pessoas na equipe
Quem cuida da Cravina
Beatriz Fonseca
Proprietária e gerente geral
Belo-horizontina radicada em Monte Verde desde 2009. Cuida da recepção, das reservas e das decisões do dia a dia.
Camila Fonseca
Administração e café da manhã
Responsável pela mesa de manhã e pelo atendimento ao longo do dia. Formada em turismo pela UFMG.
Renato Fonseca
Manutenção e infraestrutura
Cuida dos chalés, da lenha e de tudo que envolve o bom funcionamento da estrutura física da pousada.
Como trabalhamos
Alguns padrões que seguimos, porque julgamos que fazem diferença para quem fica.
Arrumação diária
Cada quarto é arrumado todos os dias pela manhã após o check-out das 11h. Troca de toalhas a cada dois dias ou sob pedido.
Aquecimento verificado
O aquecedor de cada quarto é testado antes de cada check-in. Cobertores de lã suficientes para noites abaixo de 5 °C.
Mesa de manhã artesanal
Pão feito na casa, queijo e frios de produtores locais, bolo do dia, café coado e leite aquecido. Servido até as 10h30.
Dados dos hóspedes protegidos
Informações de reserva armazenadas de forma segura e usadas apenas para o atendimento. Sem compartilhamento com terceiros.
Segurança contra incêndio
Extintores em cada chalé, alarme de fumaça em todos os quartos e rotas de saída sinalizadas. Revisão semestral.
Respeito à área verde
Os chalés foram construídos sem retirar nenhuma araucária do terreno. Lenha obtida de árvores caídas ou de fornecedor certificado.
Hospedagem em Monte Verde com atenção ao que importa
Monte Verde recebe visitantes durante o ano inteiro, mas tem um caráter próprio nos meses frios. As temperaturas caem abaixo de dez graus com frequência de maio a agosto, e é nesse período que a vila fica mais movimentada, com pessoas vindas de São Paulo, Belo Horizonte e de outras cidades do interior mineiro.
A Cravina se situa na parte mais alta do centro da vila, a uma caminhada curta dos restaurantes e do comércio principal. Os chalés ficam numa encosta voltada para os pinheiros, o que significa que os quartos têm silêncio e vista, sem necessidade de carro para acessar o que Monte Verde oferece.
O modelo de hospedagem que adotamos é direto: quarto privativo com banheiro, café da manhã incluso, estacionamento coberto. Para grupos que querem mais autonomia, o chalé inteiro oferece cozinha e sala exclusivas. Para quem prefere dois ou três dias com jantar e sem sair para comer, o pacote de final de semana longo resolve isso de forma clara.
Trabalhamos sem reserva mínima para estadias avulsas, mas feriados e os meses de junho e julho pedem antecedência de duas a quatro semanas. A recepção funciona por telefone e e-mail e responde no mesmo dia útil.
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